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Kaio Teles — Advogado

OAB/SP 524.442

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Kaio Teles, advogado

Kaio Teles · OAB/SP 524.442 Atendimento em todo o Brasil

O banco disse que não tem o que fazer?

Golpe do PIX, empréstimo que você não contratou, desconto no benefício, compra que não reconhece. O atendimento do banco não é quem decide isso — e o que disseram no telefone não encerra o assunto.

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Quem analisa o seu caso é o advogadoSigilo profissionalSem julgamento sobre o que você fezAtendimento em todo o Brasil

Isso aconteceu com você?

Você atualizou o aplicativo três vezes achando que tinha lido errado

Ou levou meses para reparar num valor que sai todo mês e você não sabe de onde veio. Depois ligou para o banco, ouviu que a operação foi autorizada com os seus dados, e desligou sem saber se ainda dá para fazer alguma coisa.

Quase todo mundo que chega aqui passou por isso. E quase ninguém tinha contado para alguém antes.

Toque na situação que se parece com a sua. A conversa começa por ali.

Não achou a sua? Conte o que aconteceu — as perguntas certas vêm na conversa.

5,013 avaliações no Google “Excelente atendimento, muito bom profissional!!!”Daniela “Muito prestativo e atencioso. Ótimo profissional”Solange

Poucos sabem disso

Cobrança indevida, a lei manda devolver em dobro

Está no art. 42 do Código de Defesa do Consumidor: o que foi cobrado indevidamente e você pagou, se devolve em dobro. Vale para desconto que aparece na conta ou no benefício sem você ter contratado nada.

A conta acontece no seu navegador. Nada é enviado enquanto você preenche.

Informe o valor e a conta aparece aqui, na hora.

Não sabe somar, ou prefere só contar o que aconteceu? Fale direto com o advogado

O que pode ser analisado

Cada caso depende do que aconteceu no seu

Não existe resposta pronta para fraude bancária. O que existe é um conjunto de coisas que precisam ser olhadas antes de qualquer orientação.

  • A origem da transação De onde partiu, para onde foi, em que horário e a partir de qual aparelho. É o registro que o banco tem e o consumidor não.
  • A contratação do empréstimo Se houve contrato, como ele foi assinado e que verificação foi feita sobre quem estava contratando.
  • As movimentações da conta O extrato dos meses anteriores mostra o seu padrão. É ele que responde se a operação destoava do que você costuma fazer.
  • A utilização do cartão Valor, local, frequência e se houve senha, aproximação ou uso apenas dos dados.
  • A comunicação feita com o banco Quando você avisou, por qual canal, o que foi respondido e em quanto tempo. O protocolo importa mais do que parece.
  • Os documentos disponíveis Comprovantes, prints, boletim de ocorrência, mensagens e registro das ligações recebidas.
Os sistemas antifraude devem ser capazes de detectar operações que se afastam do perfil habitual do cliente.
É o critério que o STJ fixou para decidir se a instituição responde — e o motivo de a análise começar pelo seu extrato dos meses anteriores, não pelo dia do golpe. A responsabilidade não é automática: depende de ficar demonstrada falha na prestação do serviço. REsp 2.222.059 e 2.229.519, 3ª Turma, 21/10/2025 · REsp 2.209.868, 3ª Turma, 15/07/2026

Quer que eu olhe o seu?

Falar com o advogado agora

Você conta o que aconteceu e recebe a orientação. Sem compromisso de contratar nada.

Kaio Teles, advogado

Quem vai analisar o seu caso

Kaio Teles

Advogado · OAB/SP 524.442

O escritório atua em situações envolvendo fraudes e conflitos bancários — PIX enviado sob golpe, empréstimo contratado por terceiro, desconto em benefício, uso indevido de cartão e movimentação não autorizada em conta.

Cada caso é conduzido pessoalmente, do primeiro contato ao desfecho. A mensagem que você mandar é lida por quem vai analisar os seus documentos.

Boa parte de quem chega aqui já ouviu do próprio banco que não há o que fazer, e chega esperando ouvir a mesma coisa. Não vai haver aula de segurança digital nem pergunta sobre por que você acreditou.

Como funciona

Três passos

  1. Você relata o que aconteceu

    Pelo WhatsApp, com as suas palavras. Não é preciso saber o nome jurídico de nada, nem ter feito nada certo até aqui.

  2. As informações são analisadas

    Documentos, extratos, prazos e o que a comunicação com o banco registra. Quem lê o seu caso é o advogado.

  3. Você recebe a orientação

    Quais medidas jurídicas cabem no seu caso, o que depende de prova e quais os riscos. Se a tese for frágil, é isso que você vai ouvir.

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  • Gostaria de deixar meu agradecimento ao advogado Kaio Teles pelo excelente trabalho realizado.

    Erivam · junho de 2026 no Google

Dúvidas

O que costuma travar o primeiro contato

Tirar a minha dúvida
Caí em um golpe do PIX. O banco pode ser responsabilizado?

Pode, dependendo do que aconteceu. Não é automático: em 2026 o STJ firmou que a responsabilidade da instituição depende de ficar demonstrada falha na prestação do serviço — como não identificar uma operação incompatível com o seu perfil, ou insuficiência dos mecanismos de segurança. Por isso a análise começa pelo extrato e pelo registro da operação. Existe ainda um caminho administrativo de bloqueio e devolução, com prazo curto contado da transação, que corre em paralelo.

Fizeram um empréstimo consignado em meu nome. O que devo fazer?

Peça o bloqueio de novos empréstimos no benefício e conteste o contrato formalmente, guardando o número do protocolo — a data dele conta. Registre boletim de ocorrência e guarde o extrato dos meses anteriores. Contrato que você não assinou não gera dívida sua, e quem tem que demonstrar que houve contratação válida é a instituição, não você.

Meu cartão foi usado sem minha autorização. Posso contestar?

Sim, e quanto antes melhor. A contestação formal junto ao banco é o primeiro passo e fixa a data em que você avisou. Guarde o protocolo mesmo que a resposta seja negativa: recusa por escrito é documento. O que se discute depois é se houve defeito na prestação do serviço.

Já faz meses. Ainda posso buscar meus direitos?

Depende de qual prazo. O da devolução administrativa pelo banco é curto e conta da operação. O da ação judicial é de cinco anos, contados de quando você soube do dano e de quem o causou. E quando a cobrança se repete todo mês, o prazo conta do último desconto, não do primeiro — nesse caso, o começo antigo não impede nada.

Fui eu que passei a senha. A culpa não é minha?

Essa pergunta impede muita gente de buscar orientação, e ela mistura duas coisas. Uma é a culpa que você sente. A outra é a responsabilidade civil da instituição, que não depende de você ter agido bem ou mal — depende de o serviço ter sido defeituoso. Credencial correta prova que a operação foi feita com os seus dados, não que ela foi legítima.

O banco já disse que não tem o que fazer. Acabou?

Não. O atendimento telefônico não decide responsabilidade civil, e a recusa costuma virar documento a favor de quem foi lesado, porque registra que a instituição foi comunicada. Peça o protocolo e guarde.

Análise do caso

Descobriu uma movimentação bancária que não reconhece?

Não deixe de buscar orientação sobre o que aconteceu. Conte o caso e você vai saber quais medidas jurídicas cabem, o que depende de prova e quais prazos ainda estão abertos. Se não houver o que fazer, vai saber disso também.

Página informativa, nos termos do Provimento 205/2021 da OAB. O contato por esta página não constitui consulta jurídica nem estabelece relação advogado-cliente, e nenhum resultado é garantido — cada caso depende das provas e das circunstâncias que lhe são próprias. A responsabilidade da instituição financeira não é automática e depende da análise do caso concreto.