Kaio Teles · OAB/SP 524.442 Atendimento em todo o Brasil
O banco disse que não tem o que fazer?
Golpe do PIX, empréstimo que você não contratou, desconto no benefício, compra que não reconhece. O atendimento do banco não é quem decide isso — e o que disseram no telefone não encerra o assunto.
5,0 no GoogleIsso aconteceu com você?
Você atualizou o aplicativo três vezes achando que tinha lido errado
Ou levou meses para reparar num valor que sai todo mês e você não sabe de onde veio. Depois ligou para o banco, ouviu que a operação foi autorizada com os seus dados, e desligou sem saber se ainda dá para fazer alguma coisa.
Quase todo mundo que chega aqui passou por isso. E quase ninguém tinha contado para alguém antes.
Toque na situação que se parece com a sua. A conversa começa por ali.
- Você abriu o aplicativo e o dinheiro não estava mais lá?
- Fez um PIX sob pressão e só depois entendeu que era golpe?
- Descobriu um empréstimo no seu nome que você nunca pediu?
- Sai um valor do seu benefício todo mês e você não sabe de onde veio?
- Abriu a fatura do cartão e encontrou compras que não são suas?
- Apareceu no extrato um PIX que você não reconhece?
- Entraram na sua conta e movimentaram o que quiseram?
- Está pagando por um serviço que nunca contratou?
Não achou a sua? Conte o que aconteceu — as perguntas certas vêm na conversa.
Poucos sabem disso
Cobrança indevida, a lei manda devolver em dobro
Está no art. 42 do Código de Defesa do Consumidor: o que foi cobrado indevidamente e você pagou, se devolve em dobro. Vale para desconto que aparece na conta ou no benefício sem você ter contratado nada.
A conta acontece no seu navegador. Nada é enviado enquanto você preenche.
Informe o valor e a conta aparece aqui, na hora.
Não sabe somar, ou prefere só contar o que aconteceu? Fale direto com o advogado
O que pode ser analisado
Cada caso depende do que aconteceu no seu
Não existe resposta pronta para fraude bancária. O que existe é um conjunto de coisas que precisam ser olhadas antes de qualquer orientação.
- A origem da transação De onde partiu, para onde foi, em que horário e a partir de qual aparelho. É o registro que o banco tem e o consumidor não.
- A contratação do empréstimo Se houve contrato, como ele foi assinado e que verificação foi feita sobre quem estava contratando.
- As movimentações da conta O extrato dos meses anteriores mostra o seu padrão. É ele que responde se a operação destoava do que você costuma fazer.
- A utilização do cartão Valor, local, frequência e se houve senha, aproximação ou uso apenas dos dados.
- A comunicação feita com o banco Quando você avisou, por qual canal, o que foi respondido e em quanto tempo. O protocolo importa mais do que parece.
- Os documentos disponíveis Comprovantes, prints, boletim de ocorrência, mensagens e registro das ligações recebidas.
Os sistemas antifraude devem ser capazes de detectar operações que se afastam do perfil habitual do cliente.
Quer que eu olhe o seu?
Falar com o advogado agoraVocê conta o que aconteceu e recebe a orientação. Sem compromisso de contratar nada.
Quem vai analisar o seu caso
Kaio Teles
Advogado · OAB/SP 524.442
O escritório atua em situações envolvendo fraudes e conflitos bancários — PIX enviado sob golpe, empréstimo contratado por terceiro, desconto em benefício, uso indevido de cartão e movimentação não autorizada em conta.
Cada caso é conduzido pessoalmente, do primeiro contato ao desfecho. A mensagem que você mandar é lida por quem vai analisar os seus documentos.
Boa parte de quem chega aqui já ouviu do próprio banco que não há o que fazer, e chega esperando ouvir a mesma coisa. Não vai haver aula de segurança digital nem pergunta sobre por que você acreditou.
Como funciona
Três passos
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Você relata o que aconteceu
Pelo WhatsApp, com as suas palavras. Não é preciso saber o nome jurídico de nada, nem ter feito nada certo até aqui.
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As informações são analisadas
Documentos, extratos, prazos e o que a comunicação com o banco registra. Quem lê o seu caso é o advogado.
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Você recebe a orientação
Quais medidas jurídicas cabem no seu caso, o que depende de prova e quais os riscos. Se a tese for frágil, é isso que você vai ouvir.
★★★★★
Gostaria de deixar meu agradecimento ao advogado Kaio Teles pelo excelente trabalho realizado.
Erivam · junho de 2026 no Google
Caí em um golpe do PIX. O banco pode ser responsabilizado?
Pode, dependendo do que aconteceu. Não é automático: em 2026 o STJ firmou que a responsabilidade da instituição depende de ficar demonstrada falha na prestação do serviço — como não identificar uma operação incompatível com o seu perfil, ou insuficiência dos mecanismos de segurança. Por isso a análise começa pelo extrato e pelo registro da operação. Existe ainda um caminho administrativo de bloqueio e devolução, com prazo curto contado da transação, que corre em paralelo.
Fizeram um empréstimo consignado em meu nome. O que devo fazer?
Peça o bloqueio de novos empréstimos no benefício e conteste o contrato formalmente, guardando o número do protocolo — a data dele conta. Registre boletim de ocorrência e guarde o extrato dos meses anteriores. Contrato que você não assinou não gera dívida sua, e quem tem que demonstrar que houve contratação válida é a instituição, não você.
Meu cartão foi usado sem minha autorização. Posso contestar?
Sim, e quanto antes melhor. A contestação formal junto ao banco é o primeiro passo e fixa a data em que você avisou. Guarde o protocolo mesmo que a resposta seja negativa: recusa por escrito é documento. O que se discute depois é se houve defeito na prestação do serviço.
Já faz meses. Ainda posso buscar meus direitos?
Depende de qual prazo. O da devolução administrativa pelo banco é curto e conta da operação. O da ação judicial é de cinco anos, contados de quando você soube do dano e de quem o causou. E quando a cobrança se repete todo mês, o prazo conta do último desconto, não do primeiro — nesse caso, o começo antigo não impede nada.
Fui eu que passei a senha. A culpa não é minha?
Essa pergunta impede muita gente de buscar orientação, e ela mistura duas coisas. Uma é a culpa que você sente. A outra é a responsabilidade civil da instituição, que não depende de você ter agido bem ou mal — depende de o serviço ter sido defeituoso. Credencial correta prova que a operação foi feita com os seus dados, não que ela foi legítima.
O banco já disse que não tem o que fazer. Acabou?
Não. O atendimento telefônico não decide responsabilidade civil, e a recusa costuma virar documento a favor de quem foi lesado, porque registra que a instituição foi comunicada. Peça o protocolo e guarde.
Análise do caso
Descobriu uma movimentação bancária que não reconhece?
Não deixe de buscar orientação sobre o que aconteceu. Conte o caso e você vai saber quais medidas jurídicas cabem, o que depende de prova e quais prazos ainda estão abertos. Se não houver o que fazer, vai saber disso também.
Página informativa, nos termos do Provimento 205/2021 da OAB. O contato por esta página não constitui consulta jurídica nem estabelece relação advogado-cliente, e nenhum resultado é garantido — cada caso depende das provas e das circunstâncias que lhe são próprias. A responsabilidade da instituição financeira não é automática e depende da análise do caso concreto.
Kaio Teles mensagem automática
Foi vítima de golpe bancário? Me conta o que aconteceu — eu analiso o caso e digo quais medidas cabem.
O primeiro contato não cria relação advogado-cliente. Resposta em horário comercial.