Fraudes e transações não reconhecidas
PIX, TED, saque, compra no cartão e empréstimo contratado por terceiro. A Súmula 479 do STJ responsabiliza a instituição financeira por dano decorrente de fraude praticada por terceiro em operação bancária.
Direito Bancário
Quando o cliente contesta uma operação, a resposta do banco quase sempre é a mesma: a transação foi feita com a senha dele. O tratamento jurídico do assunto parte de outro ponto. O risco da atividade bancária é da instituição, e o Superior Tribunal de Justiça firmou esse entendimento na Súmula 479.

Atuação do escritório
A análise verifica o que os documentos sustentam: extratos, protocolo da contestação, boletim de ocorrência e o histórico do atendimento. Esse conjunto define se a discussão é de responsabilidade civil, de revisão do contrato, ou das duas coisas.
O trabalho vai da devolução dos valores à retirada do nome dos cadastros de inadimplentes, passando pela discussão de cláusulas e encargos em contratos de crédito, empréstimo e financiamento.
A matéria se divide nos recortes abaixo. Cada um reúne discussões próprias, documentação própria e prazos próprios.
A lista reúne as demandas mais frequentes da área. Situações não relacionadas aqui podem ser analisadas da mesma forma.
Agir rápido ajuda a preservar documentos, registros e informações da operação, que são o que sustenta a discussão depois.
Nossa equipe analisa o ocorrido, os contatos feitos com a instituição financeira e os documentos disponíveis para avaliar as possibilidades jurídicas do caso.
Quero analisar um problema bancárioAbaixo está o trabalho propriamente dito: as peças, os procedimentos e as providências que a matéria comporta. Qual deles cabe depende do caso, e a gente decide isso junto.
Nada disso é exigido no primeiro contato. A lista abaixo mostra o que a análise da matéria pede. Quanto mais completa a documentação, mais precisa fica a orientação.
Veja o que pode ser discutido
Passe para o lado. Cada item é uma cobrança ou um desconto que aparece toda semana e que tem tratamento na lei. Toque no que parece com o seu caso.
Contrato aberto no seu nome sem a sua assinatura. A prova da contratação é do banco, não sua.
Falar sobre isso 02Consignado descontado do INSS ou da folha sem autorização. Há limite legal de margem, e o que passa disso é discutível.
Falar sobre isso 03Transferência feita sob engano, com ligação que imitou o banco. O que decide é a falha do sistema de segurança, e ela se prova com o histórico.
Falar sobre isso 04Nome no SPC ou Serasa por dívida paga, quitada ou que nunca existiu. Registro indevido gera dano moral segundo a jurisprudência consolidada.
Falar sobre isso 05Pacote de serviços, seguro embutido, taxa de abertura de crédito. Cobrança sem contratação expressa é devolvível.
Falar sobre isso 06O que está no contrato e o que está sendo cobrado nem sempre batem. A revisão compara os dois com cálculo.
Falar sobre isso 07Você pediu empréstimo e recebeu um cartão com reserva de margem. A dívida não fecha nunca, porque só desconta o mínimo.
Falar sobre isso 08Débito ou crédito com transação não reconhecida. Contestar dentro do prazo e guardar o protocolo é o que sustenta o caso.
Falar sobre isso 09Bloqueio de saldo ou encerramento unilateral sem justificativa. Há dever de informar e de motivar.
Falar sobre issoTrês toques
Três perguntas, nenhum campo para digitar. No fim você recebe a leitura do seu caso e, se quiser, a conversa já começa escrita.
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O que dá para dizer daqui
Isso é o mapa, não o veredito. O que fecha a conta é olhar os seus documentos.
Nada disso é enviado enquanto você não tocar no botão. As respostas ficam no seu navegador.
Ferramenta
A conta roda no seu navegador. Nada é enviado para o escritório.
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Fortuito interno, a Súmula 479 do STJ, o que muda quando há culpa concorrente da vítima e o que fazer nas primeiras horas depois do golpe.
★★★★★
Gostaria de deixar meu agradecimento ao advogado Kaio Teles pelo excelente trabalho realizado.
Erivam · junho de 2026 no Google
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